quarta-feira, 14 de julho de 2010

Serviço que recebe denúncias de violência contra crianças já fez 2 milhões de atendimentos

Disque 100 é um serviço gratuito do governo federal que funciona diariamente 
Da Agência Brasil

O Disque 100, telefone gratuito para o recebimento de denúncias de violência contra a criança, registrou mais de 2 milhões de atendimentos desde seu início, em 2003, até abril passado. O serviço é de responsabilidade da Secretaria Especial de Direitos Humanos. Nesta terça-feira (13), o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) completa 20 anos, mas ainda enfrenta desafios.

O Disque 100 é um serviço de teleatendimento em que o usuário faz a denúncia ao funcionário que, além de registrá-la, fornece informações sobre que tipo de providências devem ser tomadas em casos de desaparecimento de crianças e adolescentes.

A secretaria fez um levantamento e constatou que, em 2009, foi registrada uma média de 605 denúncias por dia. Neste ano, de janeiro a abril, a média foi de 454. A região Nordeste lidera o ranking de denúncias de 2003 até hoje. Foram mais de 43 mil registros. A Região Norte registrou pouco mais de 12 mil denúncias no período.

A pesquisa indicou que o sexo feminino ainda é o mais vulnerável à violência. Das 215.689 vítimas com sexo informado no registro das denúncias, 62% eram do meninas. Em casos de exploração sexual, por exemplo, as vítimas do sexo feminino chegam a 82%. Os casos de pornografia infantil, abuso sexual e tráfico de crianças e adolescentes do sexo feminino tiveram índices de 70%, 79% e 81%, respectivamente, de acordo com o levantamento.

A central de atendimento funciona diariamente das 8h às 22h, inclusive nos fins de semana e feriados. As denúncias podem ser anônimas. Outra forma de apresentar denúncias é o endereço eletrônico disquedenuncia@sedh.gov.br.

Fonte:  
http://noticias.r7.com/brasil/noticias/servico-que-recebe-denuncias-de-violencia-contra-criancas-ja-fez-2-milhoes-de-atendimentos-20100713.html?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

domingo, 11 de julho de 2010

TESE DE MESTRADO NA USP por um PSICÓLOGO

Foto da Internet



TESE DE MESTRADO NA USP por um PSICÓLOGO




'O HOMEM TORNA-SE TUDO OU NADA, CONFORME A EDUCAÇÃO QUE RECEBE'


'Fingi ser gari por 8 anos e vivi como um ser invisível'


Psicólogo varreu as ruas da USP para concluir sua tese de mestrado da 'invisibilidade pública'. Ele comprovou que, em geral, as pessoas enxergam apenas a função social do outro. Quem não está bem posicionado sob esse critério, vira mera sombra social.

Plínio Delphino, Diário de São Paulo.

O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou oito anos como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo. Ali, constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são 'seres invisíveis, sem nome'. Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu comprovar a existência da 'invisibilidade pública', ou seja, uma percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa.
Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição de sua vida:

'Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode significar um sopro de vida, um sinal da própria existência', explica o pesquisador.


O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não como um ser humano. 'Professores que me abraçavam nos corredores da USP passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes, esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão', diz.

No primeiro dia de trabalho paramos pro café. Eles colocaram uma garrafa térmica sobre uma plataforma de concreto. Só que não tinha caneca. Havia um clima estranho no ar, eu era um sujeito vindo de outra classe, varrendo rua com eles. Os garis mal conversavam comigo, alguns se aproximavam para ensinar o serviço. Um deles foi até o latão de lixo pegou duas latinhas de refrigerante cortou as latinhas pela metade e
serviu o café ali, na latinha suja e grudenta. E como a gente estava num grupo grande, esperei que eles se servissem primeiro. Eu nunca apreciei o sabor do café. Mas, intuitivamente, senti que deveria tomá-lo, e claro, não livre de sensações ruins. Afinal, o cara tirou as latinhas de refrigerante de dentro de uma lixeira, que tem sujeira, tem formiga, tem barata, tem de tudo. No momento em que empunhei a caneca improvisada, parece que todo mundo parou para assistir à cena, como se perguntasse:
-'E aí, o jovem rico vai se sujeitar a beber nessa caneca?'

E eu bebi. Imediatamente a ansiedade parece que evaporou. Eles passaram a conversar comigo, a contar piada, brincar.

-O que você sentiu na pele, trabalhando como gari?
-Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão central. Aí eu entrei no Instituto de Psicologia para pegar dinheiro, passei pelo andar térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei na biblioteca, desci a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei em frente a lanchonete, tinha muita gente conhecida. Eu fiz todo esse trajeto e ninguém em absoluto me viu. Eu tive uma sensação muito ruim. O
meu corpo tremia como se eu não o dominasse, uma angustia, e a tampa da cabeça era como se ardesse, como se eu tivesse sido sugado. Fui almoçar, não senti o gosto da comida e voltei para o trabalho atordoado.

-E depois de oito anos trabalhando como gari? Isso mudou?
-Fui me habituando a isso, assim como eles vão se habituando também a situações pouco saudáveis. Então, quando eu via um professor se aproximando - professor meu - até parava de varrer, porque ele ia passar por mim, podia trocar uma idéia, mas o pessoal passava como se tivesse passando por um poste, uma árvore, um orelhão.

-E quando você volta para casa, para seu mundo real?
-Eu choro. É muito triste, porque, a partir do instante em que você está inserido nessa condição psicossocial, não se esquece jamais. Acredito que essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa. Esses homens hoje são meus amigos. Conheço a família deles, freqüento a casa deles nas periferias. Mudei. Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador. Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe. Eles são tratados pior do que um animal doméstico, que sempre é chamado pelo nome. São tratados como se fossem uma 'COISA'.


*Ser IGNORADO é uma das piores sensações que existem na vida!

Respeito: passe adiante!
SEJAMOS MAIS HUMANOS!!!

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Portal UOL Nenhum de 15 mil textos maias profetiza fim do mundo em 2012

México, 6 jul (EFE).- Em nenhum dos 15 mil textos existentes dos antigos maias está escrito que em 2012 haverá grandes cataclismos, crença originada em escritos esotéricos da década de 1970, asseguraram nesta terça-feira fontes oficiais. O diretor do Acervo Hieróglifo e Iconográfico Maya (Ajimaya) do Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH), Carlos Pallán, disse que só em dois deles há "duas inscrições" que falam em 2012, mas "só como o final do período".


O diretor do Acervo Hieróglifo e Iconográfico Maya (Ajimaya) do Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH), Carlos Pallán, disse que só em dois deles há "duas inscrições" que falam em 2012, mas "só como o final do período".

Perante este fechamento do ciclo, os profetas modernos afirmam que um buraco negro no centro da galáxia, quando se alinhar com o sol, romperá o equilíbrio. Com isso, será modificado o eixo magnético da Terra e as consequências serão nefastas.

O cientista destacou em comunicado que estas versões apocalípticas foram geradas em publicações esotéricas nos anos 1970, as quais assinalavam o fim da civilização humana para 2012, data que coincide com o décimo terceiro ciclo no calendário maia, no dia 21 de dezembro.

Pallán explicou que "para os antigos maias, o tempo não era algo abstrato, era formado por ciclos e estes às vezes eram tão concretos que tinham nome e podiam ser personificados mediante retratos de seres corajosos. Por exemplo, o ciclo de 400 anos estava representado como uma ave mitológica".

Os maias "jamais mencionam que o mundo vai acabar, jamais pensaram que o tempo terminaria em nossa época, o que nos reflete à consciência que alcançaram sobre o tempo, a partir do desenvolvimento matemático e da escritura", destacou.

Acrescentou ainda que os maias se preocupavam em efetuar rituais que de algum modo garantissem que o ciclo por vir seria propício, e no caso particular de 2012 é notada uma insistência em "que ainda em data tão distante vai ser comemorado um determinado ciclo. Este foi o miolo da confusão".

O arqueólogo disse que, no entanto, de acordo com os cálculos científicos atuais, a data astronômica precisa do fim de seu ciclo seria 23, e não 21 de dezembro.

Também esclareceu que os maias legitimavam seu poder mediante os calendários e vinculavam os governantes com esses ciclos e com deuses citados em relatos ancestrais ou em mitos. 
 
*********

 

Quem leu nossa investigação já sabe disso. A ideia de catástrofes e de "fim de mundo" é uma contra propaganda para que se crie um véu de medo e não se aprofunde no contexto das mudanças planetárias e cósmicas que advirão do final de ciclo.  Se considerarmos a enorme transição de consciência que está por vir, não deixa de fazer algum sentido se falar em um "fim", porém, o fim a que os Maias aludem é o final deste mundo de ilusão, separação e dualismo que marcou o atual ciclo galáctico.


Agora, imaginemos um mundo sem dinheiro, sem individualismo, sem competição egóica? 

Para quem está apegado, isto não poderia realmente ser considerado o "fim do mundo"?



Que o "fim" seja trocado por "finalidade" e que 2012 venha e seja o mais pacífico e suave possível , o que dependerá apenas de nossa aceitação do novo e de nosso desapego do velho mundo de ilusões. clique abaixo

 

Investigando o mistério 2012

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Encontro federalista - 17.07.10 - Pela autonomia dos estados!

Pela autonomia legislativa, tributária, judiciária e administrativa dos estados – Descentralização dos Poderes!

Encontro Federalista em São Paulo/SP

A Comissão Provisória do Partido Federalista no Estado de São Paulo está propondo a realização de um encontro sobre Federalismo e a construção do Partido Federalista para o próximo dia 17.07, às 16h.

O local dependerá do volume de confirmações à reunião.

Pauta:

  • O que é Federalismo e o Projeto Proposto para o Brasil
  • Como funcionam os partidos no Brasil – porque o Partido Federalista é diferente em tudo?
  • Debates, perguntas e comentários.

Presença do fundador e presidente nacional Thomas Korontai.
Aberta ao público.

Favor confirmar presença até o dia 12.07 através dos e-mails secretariogeral-sp@partidofederalista.org.br  e paulorobertomrsp@yahoo.com.br  com Paulo Roberto – Secretário Geral – SP.
Conforme o volume, determinaremos o local e forneceremos o endereço prontamente.

Saudações Federalistas
Partido Federalista
www.federalista.org.br




Sugestões

Novos blogs e espaços para debates federalistas:

http://federalistas.ning.com/ - Espaço Federalista mantido por Márcio Alves Carneiro – Brasília/DF
http://brasilfederalista.blogspot.com/ - Espaço Federalista mantido por André Andrade, brasileiro radicado em New Hampshire/USA
http://www.ofederalista.com/ - Espaço Federalista mantido por Bruno Gimenes Di Lascio – Birigui/SP
Siga os federalistas border=0>

Bons debates na comunidade federalista (não oficial) no Orkut



Participe!
(clique na imagem)
Para contribuir financeiramente a partir de apenas R$ 10,00!
www.federalista.org.br/contribui
Para quem quiser formar uma comissão local:
http://www.partidofederalista.org.br/comissaoprovisoria/index.htm


© 2010 Partido Federalista – permitida retransmissão, desde que mantidas as características originais ou créditos.
www.federalista.org.br

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Telefone para denúncia de maus tratos aos animais...

Telefone para denúncia de maus tratos aos animais - linha verde 0800-61-8080


Chegou o Que estava Faltando ! É ligar e Fazer uma Denúncia  Sobre maus tratos aos animais :
O Telefone da Linha Verde é
0800-61-8080.
A LigAção É gratuita de qualquer Lugar do Brasil. Se CADA UM fizer a sua parte, denunciando
 maus tratos, o Desrespeito Quem SABE se torne menor . Compartilhem , algum animal PoDE estar precisando de Ajuda nesse momento .
AJUDE a Acabar com o flagelo dos animais ...
 
 
 
 


sexta-feira, 2 de julho de 2010

NOVO GOLPE NO CARTÃO DE DÉBITO


Os 'caras' são no mínimo muito criativos!

Há muito tempo não uso cheque e quase não levo dinheiro vivo, só gasto no Electron. De tanto usar, a gente perde um pouco do cuidado e é aí que sofre com a falta de atenção! No meu caso, me dei conta na hora, mas foi por sorte, pois, normalmente, não daria tanta atenção na hora de colocar a senha do cartão.

Abasteci o carro e na hora de pagar, o frentista fez a 'gentileza' de me alcançar a maquininha, só que nesse momento os dedos dele taparam o visor.

Digitei a senha e ele colocou de volta na bancada, ai veio a minha sorte.

Por engano, digitei um número a menos e o cara sem querer falou: 'tá faltando um número'.

Como eu estava ao lado, olhei rapidamente para o visor e minha senha estava ali digitada, ao invés dos tradicionais asteriscos!!!

Como já conheço o gerente do posto (Ipiranga) chamei-o na hora e perdi mais umas duas horas na delegacia.

Lá veio o esclarecimento do novo golpe: O atendente faz uma 'gentileza' e segura a máquina pra digitarmos a senha, neste momento, tapando o visor com a ponta dos dedos, na verdade ele não colocou o valor da compra, e os dígitos da senha aparecem no visor ficando expostos como se fossem o valor da compra.

Ele anota a senha e diz que não funcionou por qualquer motivo.
  
Faz novamente o procedimento só que correto e a gente paga a despesa.

PRONTO: 

O cara tem a senha anotada e o número do cartão que fica registrado na bobina. Segundo a delegada, em dois dias um cartão clonado com qualquer nome está na mão da quadrilha e os débitos caem direto na sua conta!!! O frentista confessou que 'nem conhece quem são as pessoas por trás disso' um motoqueiro passou no posto, ofereceu R$ 400,00 por semana e passava lá pra pegar a lista de cartões e senhas e para deixar o dinheiro pro cara. 

OLHO VIVO PESSOAL!!

Segundo a delegada está acontecendo muito em barzinhos, botecos, danceterias, lojas de conveniência, posto de gasolina, etc.


REPASSEM PARA TODA SUA LISTA DE CONTATOS INTERNET É A NOSSA ARMA


quinta-feira, 1 de julho de 2010

Abaixo-assinado ao Governador do Estado de São Paulo para a criação de delegacias de proteção animal na capital


Repasso a mensagem da Vera Lúcia, minha amiga e veterinária de meus animaizinhos, eu já assinei, assinem também:

Pessoal,
Por favor vejam o link abaixo, é um abaixo assinado para a criação de uma delegacia especializada em maus tratos aos animais. Obrigado.



http://www.cao.com.br/


A 15 de outubro de 1978, era solenemente proclamada em Paris a Declaração Universal dos Direitos dos Animais. Produto do reconhecimento geral de que o respeito dos animais pelo Homem é inseparável do respeito mútuo entre os seres humanos, a Declaração foi a culminação de um longo e difícil processo de conscientização, que hoje rende frutos em toda parte. Prova disso é a Convenção Européia para Proteção dos Animais de Estimação, firmada em Estrasburgo, em 13 de novembro de 1987, por todas as nações que compõem o Conselho da Europa, ou então, o Código de Proteção aos Animais do Estado de São Paulo (Lei n. 11.977), aprovado por esta Assembleia Legislativa em 25 de agosto de 2005, segundo a proposição do então Deputado Estadual Ricardo Tripoli.


Se a proteção dos animais já conta hoje com um arcabouço jurídico adequado a sua efetivação, o mesmo não se pode dizer do aparato administrativo. Excetuando-se na esfera da vigilância sanitária, onde a proteção dos rebanhos é essencial a conquista de mercados externos para o agronegócio brasileiro, a administração pública no Brasil parece completamente despreparada para exigir a plena aplicação das normas de proteção dos animais. Por esta razão, foi com grande alegria que lemos a notícia de que a Secretaria Estadual de Segurança Pública já esta implantando as primeiras Delegacias de Proteção Animal.


Assim, em Sorocaba, a pedido do Presidente da Câmara Municipal, foi expedida a Portaria n. 3/2010, de 19 de abril do corrente ano, pela qual foi organizado o Setor Especializado no Atendimento de Ocorrências sobre a Crueldade Contra Animais.


A especialização do aparato policial é sempre bem-vinda quando tem como propósito o bom atendimento ao público. No caso específico da Polícia Civil, as experiências de especialização que foram vivenciadas nas últimas décadas têm se mostrado bastante positivas. Exemplo disso é a evocação das Delegacias da Mulher, que tanta importância tiveram para o combate aos abusos sofridos pelas mulheres paulistas, especialmente no ambiente doméstico.


Como em qualquer outra grande metrópole, a Cidade de São Paulo tem uma quantidade extraordinária de animais domésticos. Todos os dias, nos bairros de classe média, é possível contemplar o espetáculo oferecido pelo número espantoso de pessoas que, no final da tarde, saem a passear com seus cães. Em toda parte se multiplicam os “pet shops” e outros estabelecimentos devotados à venda ou tratamento dos chamados “bichos de estimação”. Até mesmo hotéis para animais já existem em grande número na Capital do Estado! Como uma polícia sobrecarregada como a nossa poderia oferecer proteção eficaz a esta enorme e crescente população de animais domésticos sem ter tal propósito como seu foco? Além disso, como poderia esta mesma Polícia preparar a totalidade do contingente policial às peculiaridades inerentes a proteção dos animais? É considerando tais circunstâncias que pleiteamos a organização de um Setor Especializado no Atendimento de Ocorrências sobre Crueldade Contra Animais (Delegacia de Proteção Animal) na Cidade de São Paulo.


Acreditamos que a simples criação de uma delegacia como esta ora proposta produziria tão forte impressão sobre todos aqueles que possuem ou comercializam animais domésticos que disso resultaria, certamente, uma queda expressiva das ocorrências nessa esfera da criminalidade.


É por esta razão que reiteramos ao Senhor Governador o nosso pedido para que um Setor Especializado no Atendimento de Ocorrências sobre Crueldade Contra Animais (Delegacia de Proteção Animal) seja organizado na Capital do Estado.
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